SEO: Boas práticas x Más práticas

melhores práticas de SEOO SEO é uma estratégia relativamente recente e que passou por muitas mudanças nos últimos anos em decorrência das alterações no algoritmo do Google. O objetivo é melhorar a experiência do usuário, oferecer um conteúdo útil e, consequentemente, punir profissionais e empresas que constroem posicionamento na ferramenta de busca com processos viciados e desqualificados.

Essas modificações constantes fizeram com que muitas técnicas se tornassem ultrapassadas rapidamente, gerando dúvidas  entre os profissionais de marketing digital.

A agência de marketing digital WSI entende que a atualização constante das estratégias e da equipe que atua em SEO são essenciais na busca de resultados mais concretos e alinhados com os métodos considerados pelos motores de busca.

A consultoria de marketing digital preparou um guia atualizado de boas práticas de SEO e apontou quais são os procedimentos que, além de não trazerem os resultados desejados, podem gerar punição pelo Google.

Melhores estratégias de SEO

Marketing de conteúdo: atualmente a prática mais relevante para um SEO de qualidade. Os motores de busca (e também os leitores) estão mais atentos à qualidade e originalidade de um artigo. Por isso, as publicações que proporcionam uma melhor experiência para o usuário são levadas em consideração para o posicionamento no SERP (página de resultados do mecanismo de busca).

Construção de links em sites relevantes: a construção de links de referência para o site é uma tática importante para fortalecer o domínio. Conhecido como link building, o método é usado para atrair público qualificado. Isso ocorre porque quando sua empresa cria um conteúdo inédito e útil para o seu segmento em um site influente para a área de atuação (com usuários altamente interessadas naquele tópico), isso aumenta a credibilidade da marca e o número de visitas.

Call to action: o call to action (“chamadas à ação”, na tradução literal) é tudo aquilo que é utilizado para interligar as páginas de um site e incentivar uma interação. Exemplos: posts relacionados em um blog ou uma opção de “Saiba Mais”. Essa ferramenta é fundamental no processo de conversão de visitantes em leads, no qual a empresa oferece um material apropriado para seu frequentador em troca dos seus dados de contato (e-mail, nome, telefone, etc.) com o objetivo de qualificar esse visitante no decorrer da jornada do comprador (consciência/consideração/decisão), transformando-o em um cliente e promotor da marca.

Posicionamento de palavras-chaves longas: essa estratégia exige menos tempo do que o rankeamento de palavras-chaves curtas. Neste caso, uma palavra-chave longa como “tênis de corrida feminino com amortecedor” será mais fácil de posicionar nos buscadores do que apenas “tênis de corrida”, disputado por grandes empresas do segmento. Mesmo que o número de pesquisas seja menor, o público alcançado será mais qualificado, aumentando as chances de converter a busca em uma venda efetiva. Um bom posicionamento para o primeiro termo também irá fortalecer a presença da marca para o segundo.

site responsivoOtimização do site para mobile: desde a atualização do Google em abril de 2015 a ferramenta passou a considerar para o SEO se um site é responsivo ou não. Com a mudança, domínios que não possuem opção mobile foram prejudicados nos resultados de busca, mesmo que tenham um conteúdo de qualidade. Veja as diretrizes para webmasters do buscador.

Foco na buyer persona: a WSI Marketing na Internet é uma das pioneiras no Brasil no uso de buyer personas para solidificação de resultados e desenvolvimento de conteúdo direcionado. Buyer persona é a definição do cliente ideal para o seu negócio e toda a estratégia de SEO é criada pensando neste personagem. Com essa preocupação, a WSI consegue aprimorar as práticas de cada empresa para que elas atendam às necessidades específicas do possível comprador em cada etapa da buyer journey.

URL amigável: a otimização é influenciada pelo detalhamento da URL. Exemplo: “https://wsidm.com.br/blog/15-dicas-para-aumentar-as-vendas-em-seu-site” – apenas com a URL o usuário já sabe qual conteúdo vai encontrar e permite que se trabalhe palavras-chaves curtas no link. Se a mesma publicação tiver um link como “https://wsidm.com.br/p=678023672” o visitante não consegue obter nenhuma informação e a empresa não trabalha nenhuma palavra.

O Google também avalia a hierarquia de URLs de um site, com um sitemap claro e organizado.

Otimização de imagens: imagens personalizadas são valorizadas pelos mecanismos de buscas, mas é possível otimizar fotos em geral utilizando título e título alt diferentes e nomeados em concordância com a imagem e com o tema proposto.

Práticas punidas pelo Google

Conteúdo com baixa qualidade: essa alternativa é banida pelo Google desde a atualização Panda em fevereiro de 2011 (e ainda tem gente fazendo!). Antigamente o SEO era feito com um texto de 300 palavras com a palavra-chave repetida diversas vezes, mas sem um conteúdo fundamentalmente informativo. Como vimos, ter algo a dizer ao leitor e aprofundar temas importantes para a indústria é essencial para obter resultados satisfatórios atualmente.

Guest post pelos motivos errados: era comum na estratégia de otimização a construção de links externos sem relevância, em sites que não abordavam o segmento específico. O objetivo era meramente conseguir o link sem preocupações com a qualidade da referência. Esse procedimento, muito utilizado ainda em agências menores, foi completamente abolido das táticas da WSI e todo link building é segmentado por setor, pagerank e editoria, buscando qualificar ao máximo o tráfego, diferencial que permite um alto crescimento dessa métrica.

Uso excessivo de palavras-chaves: as palavras-chaves não precisam ser adicionadas repetidas vezes ao texto para que o buscador entenda a alusão a um determinado assunto. Elas devem ser colocadas naturalmente no texto, inclusive com variações e sinônimos com, no máximo, três vezes. Essa mudança foi adicionada pelo Google em abril de 2012 com o Pinguim e evita a alta frequência de uma palavra em um artigo tornando-o artificial.

Texto âncora superotimizado: essa má prática é mais comum em guest post. Inserir um link em um parágrafo (âncora) e adicionar a palavra-chave diversas vezes, colocando a URL de destino duas, três ou mais vezes, apenas para forçar que o usuário clique, é condenado pelo Google. O buscador não considera essa tática natural e polui o texto com uma superotimização. Estratégias que insistem neste método prejudicam a própria marca que perde posicionamento, ao invés de crescer nos buscadores.

ferramenta de buscasNetlinking: muito usado no passado, o netlinking é a compra de links de referência em sites irrelevantes. A primeira mudança do Google nesse sentido ocorreu em abril de 2003 com a atualização Cassandra. O problema desse procedimento diz respeito à falta de qualidade dos links, do site de referência e do tráfego gerado. É considerado uma tentativa de enganar o usuário, levando-o para um endereço que não atende as suas necessidades.

Diretório de artigo: nesta alternativa os textos criados são divulgados em diretórios de artigos, sites que funcionam como “depósitos” de materiais online. A marca consegue o link, no entanto, com os mesmos problemas citados acima: irrelevantes, gerando visitas desqualificadas e com grandes chances de punição do Google.

A escolha da agência de SEO

Com tantas práticas ruins sendo usadas por agências de SEO que não se atualizam, empresários questionam como deve ser feita a escolha de uma consultoria. A primeira dica é: informe-se! Manter-se atualizado quando o assunto é marketing digital é uma tarefa trabalhosa, mas ao pesquisar agências analise se ela aplica as estratégias citadas e selecione algumas de sua confiança.

A WSI Marketing na Internet, por exemplo, utiliza o Inbound Marketing, atualmente a metodologia mais conceituada da área. Ao planejar estratégias que outras agências desconhecem, a consultoria garante que seus clientes estejam na dianteira das melhores práticas de SEO e garantam resultados mais expressivos. Conheça um case da empresa:

  • Um cliente do segmento industrial criou um site responsivo com a WSI em junho de 2015. No primeiro mês foram 1.778 visitas orgânicas, já em julho foram 3.571 visitas, um crescimento de 100,84% de um mês para o outro. Neste período foram aplicadas táticas como marketing de conteúdo, páginas otimizadas, site mobile, call to action e outras. Já o tráfego de referência, mencionado como uma das principais alternativas do SEO, cresceu 509,55% neste mesmo exemplo, com 157 visitas inicialmente e 957 no mês seguinte.

Promover possibilidades constantes de crescimento e investir em inovações e novos métodos são fundamentais para expandir as oportunidades do negócio e não estagnar seus resultados.